quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Exercícios

a) Discurso direto - A fala é apresentada exatamente como o personagem a diz, precedida por parágrafo e travessão.
Exemplo: ”- O ônibus sai de madrugada – disse o homem.”

b) Discurso indireto – A fala é apresentada por um personagem ou pelo narrador. Nesse caso, não são usados o parágrafo e o travessão.
Exemplo: O homem disse que o ônibus saía de madrugada.

c) Existe ainda o discurso indireto livre, menos comum. Observe:
“O João não tirava o olho da onça. Nossa! Que coisa mais linda; como é que um bicho podia ser assim tão bonito?”.

No discurso indireto livre, a fala do personagem aparece no meio do texto, sem parágrafo ou travessão.

Exercícios  
1. Leia atentamente o texto que segue:
 “ O rapaz preparou-se durante todo o ano para prestar aquele concurso. E justamente na hora de demonstrar o que havia assimilado, as idéias lhe fugiam da mente como o rato do gato na casa. Que azar! Seria azar ou excesso de nervosismo? Sei lá! O fato é que não se lembrava de nada. Deu branco, meu! Que horror.”

Que tipo de discurso o  texto acima apresenta?

2. Passe para o discurso indireto:

2.1   O correspondente internacional informou:
      – O jogo de futebol, acontecido nesta semana, provocou a expulsão de três atletas.

2.2  O apresentador disse sorrindo:
      – Vamos trazer agora um cantor de muito sucesso.

2.3  A diretora garantiu:
      — Amanhã ele será convidado a colher as verduras da horta.

2.4 O médico respondeu ao paciente:
      — Não há nada de grave. Procure repousar esta semana.

2.5 O funcionário perguntou:
      — Por que não haverá expediente na próxima semana?


domingo, 28 de novembro de 2010

O rei dos comilões

Era uma vez um rei que era um grande comilão. Era o rei dos comilões. E como não havia ele de ser o rei, se o reino se chamava Comilândia ou Terra dos Comilões? Empanzinava-se o rei, do pequeno-almoço à ceia, e empanzinavam-se os seus súbditos, em menor quantidade, claro, mas também com fartura, pois então! 
Era um reino de abundância aquele. Tudo nascia, crescia e dava fruto que era uma admiração. O trigo a abarrotar os celeiros, o gordo gado a pastar nos prados, a água e o vinho a jorrar das fontes, as couves tronchudas a alegrar as hortas, enfim um país de maravilha, um país nunca visto, meus amigos.
O que a terra dava chegava e sobrava. E o que sobrava era muito. Se fosse distribuído pelos países vizinhos, que não tinham a mesma sorte da Comilândia, a fartura tocaria a todos, a toda a gente, a todo o Mundo. Mas neste ponto, o rei comilão e rei dos comilões não era do mesmo parecer.
 - Cada um que trate de si - dizia o monarca.

Ora um dia, estranho dia, aconteceu uma coisa de espantar. Foi o caso que o rei, dirigindo-se para o salão, onde iria tomar o seu pequeno-almoço, perdeu o apetite. Perdeu o rei o apetite, antes de chegar à mesa do banquete, e não conseguiu lembrar-se de onde o teria deixado.
- O rei perdeu o apetite - murmuram os conselheiros para os ministros, os ministros para os generais, os generais para os conselheiros, os conselheiros para os ministros, os ministros para os generais, num murmúrio sem fim.
Puseram-se todos à procura do apetite real, mas sem resultado. Seria possível que o famoso e realíssimo apetite desaparecesse, sem quê nem porquê, de um momento para o outro? Onde teria Sua Majestade deixado o apetite?
O mais estranho nisto tudo é que os súbditos, por voltas e reviravoltas do destino, também foram perdendo o apetite. Vendo bem, não havia motivo para espantos. Eles, que em tudo seguiam Sua Majestade, acompanhavam-na neste passo, da mesma forma que a tinham acompanhado, como glutões, nos muitos banquetes reais.
A doença, que não tinha sinais de doença, alastrou. Andava todo o reino com fastio. Os frutos apodreciam nas árvores, as couves secavam nas hortas, o vinho e a água inundavam as terras, o gado devastava os trigais. Ninguém sentia vontade de comer, ninguém se dispunha sequer a estender um braço para colher os frutos da abundância. Estava o reino perdido.
Sentindo a ameaça dos vizinhos cobiçosos, dispostos já a atravessar as fronteiras, empunhando espadas e lanças, os conselheiros lembraram ao rei, que fora comilão, a necessidade de distribuir as colheitas e os bens armazenados pelos habitantes dessas terras pobres, que circundavam o reino.
- Nunca! - barafustou o monarca avarento. - Cada um que trate de si.
Insistiram os conselheiros, lembrando-lhe, como argumento, que esses bens e alimentos já não eram necessários ao país. Assim conseguiram convencer o rei e logo ali se combinou um encontro entre monarcas vizinhos e o rei, que fora comilão.
Enviados os convites, todos aceitaram. Cheios de curiosidade, vieram, com os seus séquitos, conhecer a hospitalidade da farta terra dos Comilões.
Houve cerimónias, negociações amigáveis e um grande projecto de distribuição dos excedentes do reino às populações mal alimentadas dos reinos vizinhos. No fim de tudo, um banquete oferecido pelo rei visitado aos reis visitantes assinalou condignamente os contratos de paz.
Querem então saber uma coisa? Nesse jantar, pela primeira vez há muito tempo, o rei da Comilândia sentiu crescer-lhe água na boca, ao cheiro dos manjares trazidos para a mesa.
Voltara-lhe o apetite, tal como a todos seus súbditos. Não era um apetite desalmado como dantes, mas uma boa e saudável fome, que nascia na barriga e não nos olhos...
E assim acaba a história. E acaba bem.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Devemos amar e respeitar ...




a Árvore que dá sombras, que dá frutos.
a Baleia que vive a nadar pelo mar.
a Cachoeira que vive a vida a correr.
o Dinossauro que viveu a milhões de anos atrás.
a Ecologia que é a ciência que estuda a vida.
a Figueira que é uma arvore frondosa e faceira.
a Girafa que é pescoçuda como uma garrafa.
o Hipopótamo que é pesado e gosta de água.
o Índio que vive em aldeias na mata.
o Jacaré que rasteja devagar e sabe nadar.
a Laranja que guarda um suco saboroso.
o Mar que é imenso e tem água salgada.
a Natureza que nos encanta com sua beleza.
o Ozônio que protege a terra.
o Planeta que vive a vida a girar.
o Quati que tem a cauda comprida com anéis de pelos pretos.
o Rio que corre para o mar como quem vai se atrasar.

a Selva que é um lugar habitado por animais.
a Terra que é o planeta em que vivemos.
o Universo que é onde existem planetas, estrelas e asteróides.
o Vento que é o ar em movimento.
o Xaxim que é uma planta que tem o tronco formado por raízes.
e Zelar pelo nosso amado planeta terra. 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ALFABETO DO AMIGO - sugestão enviada pela Roberta Bins Moraes.

Aceita você como você é.
Bota em você.
Chama-o ao
telefone só pra dizer oi.
Dá-lhe
amor incondicional.
Ensina-lhe o que sabe de bom.
Faz-lhe favores que os outros não fariam.
Grava na memória bons
momentos passados com você.
Humor não lhe falta pra fazer você sorrir.
Interpreta com bondade tudo o que você diz.
Jamais o julga, esteja você certo ou errado.
Livra-o da solidão.
Manda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
Nunca o deixa em abandono.
Oferece ajuda quando vê sua necessidade.
Perdoa e compreende suas falhas humanas.
Quer vê-lo sempre feliz.
Ri com você e chora quando você chora.
Sempre se faz presente nos momentos de aflição.
Toma suas dores e evita que o maltratem.
Um sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
Vence o inimigo invencível junto com você.
Xinga e briga por você.
Zela, enfim, pela jóia que você representa.

CRIADORES E SUAS CRIATURAS

Receita para fazer um herói

Música: Ira!  -   Letra: Reinaldo Ferreira

Toma-se um homem

Feito de nada como nós
Em tamanho natural
Embebece-lhe a carne
De um jeito irracional
Como a fome, como o ódio

Depois perto do fim
Levanta-se o pendão
E toca-se o clarim...





quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Verbos: definição, classificação, flexão, modo, tempo, forma nominal, imperativo/subjuntivo.

Verbo é a palavra que indica ação, fenômenos da natureza e também  atribui:
 qualidade,
 característica,
 estado,


Estrutura e Flexão
Classificação dos verbos
• O modo indicativo ex.: ar - er - ir
• Os modos subjuntivo e imperativo ex.: ar - er - ir
• As formas nominais ex.: ar - er - ir


Exemplo de  como NÃO conjugar  o verbo ;)

ESTRUTURA E FLEXÃO
O verbo pode se apresentar em três tempos:
.
Presente
(hoje)
{a ação está acontecendo}
Pretérito
(ontem)
{a ação já aconteceu}

Futuro
(amanhã) 
{ação ainda vai acontecer}
Pessoas verbais:
1ª pessoa do singular : EU 1ª pessoa do plural: NÓS
2ª pessoa do singular : TU 2ª pessoa do plural: VÓS
3ª pessoa do singular : ELE 3ª pessoa do plural: ELES
.
Conjugação do verbo
 Conjugação terminação 
AR Ex: andar, passear
 Conjugação terminação 
ER Ex: viver, receber
Conjugação terminação
IR Ex: sorrir, partir
     Obs.: O verbo pôr e seus derivados (repor,propor,dispor etc.) pertencem à 2ª conjugação, pois ele tem origem do antigo verbo do Latim: poer